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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Comissão Pastoral da Terra disponibiliza acervo digitalizado sobre os conflitos no campo

adital
http://site.adital.com.br/site/noticia.php?lang=PT&cod=84073


Direito à terra
19.02.2015
Comissão Pastoral da Terra disponibiliza acervo digitalizado sobre os conflitos no campo

Adital
O Centro de Documentação Dom Tomás Balduino, da Secretaria Nacional da Comissão Pastoral da Terra (CPT), informa que seu acervo de documentos digitalizados está disponível no repositório da Google, o Google Drive.
 
Desde o início de sua existência, em 1975, a CPT registra os conflitos que envolvem os trabalhadores do campo e denuncia a violência por eles sofrida. Em 1985, a CPT começou a sistematizar os dados colhidos de documentos primários e secundários sobre as ocorrências de conflito no campo e a publicar um relatório anual chamado "Conflitos no Campo Brasil”, que se encontra disponível no site da CPT (www.cptnacional.org.br) desde 2011. 
O Centro de Documentação Dom Tomás Balduino afirma que atua em estrito cumprimento às normas e procedimentos estabelecidos para o tratamento e organização de documentos, tendo a sua atuação pautada não só pela mera organização documental, mas pela análise crítica e aprofundada desse material, no intuito de organizar o registro da luta e a história dos movimentos sociais do campo. 
O Fundo Comissão Pastoral da Terra é organizado em três subfundos, conforme as regras da arquivologia, cada qual com suas particularidades: 
- O Subfundo Conflitos no Campo contém mais de 310.000 páginas de documentos digitalizados, referentes a mais de 25.000 conflitos registrados no banco de dados da CPT, onde muitos destes tiveram várias ocorrências registradas ao longo do tempo. 
- O Subfundo Temático, com mais de 110.000 páginas de documentos digitalizados, contém textos elaborados pela própria CPT, bem como por seus assessores, profissionais da academia e outros atores sociais, que contribuem à compreensão da complexidade do campo brasileiro. 
- O Subfundo Institucional contém mais de 5.000 documentos produzidos pelas instâncias nacionais da CPT. 
"Enquanto o subfundo Conflitos se destaca por sua cientificidade e pelos milhares de recortes de jornais sobre o mesmo espectro de assuntos, o subfundo Temático caracteriza-se pela diversidade e profundidade dos textos produzidos pelos agentes da CPT, seus assessores e colaboradores, bem como outros documentos que facilitam uma leitura crítica dos mais diversos assuntos relacionados à complexa realidade do campo. O conjunto dos três subfundos constitui um recurso ímpar no país, dado à sua natureza e amplitude”, ressalta a CPT. 
A CPT enfatiza que a utilização dos documentos em publicações é livre, desde que sejam feitas as devidas referências, ou seja, citada a fonte como "arquivo do CEDOC Dom Tomás Balduino da CPT”. "Para acessar o repositório, a leitura do Manual do Usuário do Acervo Digitalizado é imprescindível, ele dará orientações para a realização de pesquisas e consultas”. 
Para acessar todos os documentos do acervo, realizar downloads, utilizar o campo de pesquisa do Google Drive e todos os recursos do mesmo é necessário que o usuário possua uma conta Google (Ex.: gmail). Caso não possua este tipo de conta, ela pode ser criada gratuitamente pelo site <drive.google.com> no link intitulado "Inscreva-se” (Sign Up) ou "Criar uma Conta” (Create an account).
O usuário deverá então, acessar o link de compartilhamento <http://goo.gl/TJ10G>, entrar em sua conta (Clicando em "Login”), clicar no link superior direito "Adicionar ao Google Drive” e em seguida clicar em "Abrir no Google Drive”. Desta forma, o campo de busca estará habilitado e o acervo digitalizado do Centro de Documentação Dom Tomás Balduino ficará vinculado à sua conta Google e bastará acessar sua conta para ter acesso ao acervo, sem a necessidade de utilizar-se do link de compartilhamento novamente.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

human right WORLD REPORT 2015

hrw
https://www.hrw.org/news/2015/01/29/world-report-2015-rights-are-not-wrong-in-tough-times

World Report 2015 is Human Rights Watch’s 25th annual review of human rights practices around the globe. It summarizes key human rights issues in more than 90 countries and territories worldwide.
In his keynote, Human Rights Watch Executive Director Kenneth Roth reflects on a year so tumultuous, “it can seem as if the world is unraveling.” Surveying several of the year’s most daunting security challenges—including the rise of the extremist group Islamic State (also known as ISIS), China’s crackdown on Uighurs in Xinjiang, and Mexico’s abuse-riddled war on drugs—Roth stresses the important role that human rights violations played in fomenting and aggravating those crises.
The report reflects extensive investigative work that Human Rights Watch staff undertook in 2014, usually in close partnership with human rights activists in the country in question. It also reflects the work of our advocacy team, which monitors policy developments and strives to persuade governments and international institutions to curb abuses and promote human rights.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Coleção BBB de Darcy Ribeiro: O Brasil apresentado aos brasileiros

carta maior
http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Educacao/Colecao-BBB-de-Darcy-Ribeiro-O-Brasil-apresentado-aos-brasileiros/13/31241

25/06/2014 - Copyleft

Coleção BBB de Darcy Ribeiro: O Brasil apresentado aos brasileiros

O projeto da Coleção Biblioteca Básica Brasileira, idealizado por Darcy Ribeiro, está lançando, este ano, 49 novos títulos em 100 mil volumes.


Léa Maria Aarão Reis
Arquivo

Retomado com uma nova configuração, o projeto da Coleção Biblioteca Básica Brasileira - BBB, conjunto de livros de leitura fundamental idealizado pelo antropólogo, professor, escritor e político mineiro Darcy Ribeiro, em 1962, na época (primeiro) Reitor da Universidade de Brasília, está lançando, este ano, 49 novos títulos em 100 mil volumes distribuídos gratuitamente pelas bibliotecas públicas do país a partir de um seminário realizado em Belo Horizonte, este mês, no Museu Abílio Barreto.

Seu objetivo, como o antropólogo definia, é o de “apresentar o Brasil aos brasileiros.” Aprofundar o conhecimento da nossa cultura e da história desta nação mestiça que, segundo ele “é lavada com sangue índio, negro e tropical”, e cuja vocação é dirigida à alegria, tolerância e solidariedade: valores que, mais do que nunca, precisam ser cultivados hoje.

Ao longo de três anos serão distribuídos 900 mil livros às bibliotecas públicas cadastradas no Sistema Nacional de Bibliotecas  Públicas (SNBP). O projeto, redesenhado, é uma parceria entre a FBN, a Fundação Darcy Ribeiro e a Editora da Universidade de Brasília (UnB).

Agora, com patrocínio da Petrobrás e dos Correios, no âmbito da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura, a Fundação Darcy Ribeiro prossegue na produção da Biblioteca Básica Brasileira - BBB, cujo primeiro volume, América Latina: a Pátria Grande – coletânea de ensaios sobre a identidade latinoamericana e a urgência da integração dos países do continente, há meio século já preconizada com ênfase por Darcy - foi lançado dois anos atrás numa homenagem ao professor que, se fosse vivo, então completaria 90 anos.

A BBB é fruto do trabalho conjunto de um brilhante grupo de intelectuais e professores convocados a fundarem a Universidade de Brasília, nos anos 60, para juntos, criarem, no que era visto como a universidade brasileira do futuro, “o sonho de uma geração que confiava em si e reivindicava o direito de tomar o destino do Brasil em suas mãos.” 

Em 1963, quando Ministro da Educação, Darcy Ribeiro viabilizou a publicação dos primeiros dez volumes da BBB com tiragem de 15 000 exemplares totalizando 150 mil livros. A proposta previa a publicação de nove outras edições com dez volumes cada, totalizando uma coleção de 100 títulos. Mas a continuidade do programa de edições pela UnB foi inviabilizada devido à truculência da censura política do regime militar.

Com o objetivo de manter vivos o pensamento e a obra de seu instituidor e viabilizar os seus projetos, a Fundação Darcy Ribeiro retomou a proposta e atualizou-a configurando uma nova BBB.

Alguns dos autores que fazem parte da Coleção: Machado de Assis, Joaquim Nabuco, Graça Aranha, Lima Barreto, Euclides da Cunha, José de Alencar, Tomás Antonio Gonzaga, Capistrano de Abreu, Visconde de Taunay.

Entre os que escreveram prefácios para as obras, Joel Rufino, Cecília Costa, Eric Nepomuceno, Maria José Ribeiro, Claudio Murilo Leal, João Carlos Escoteguy Filho.

O próximo dia 02 de julho será a vez do seminário organizado pela Fundar no Memorial Darcy Ribeiro da Universidade de Brasilia. Dia 04, o seminário seguinte, na sede da Fundação, no bairro de Santa Tereza, no Rio de Janeiro.

Para mais informações sobre como obter os volumes da BBB, o site da Fundação Darcy Ribeiro é fundar@fundar.org.br / www.fundar.org.br  Tels da UnB: 61 3107-0578/ 0605. Ou memorial@fundar.org.br

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Queremos o futebol de volta! A Copa da FIFA e o conflito público/privado

ihu
http://www.ihu.unisinos.br/noticias/532157-queremos-o-futebol-de-volta-a-copa-da-fifa-e-o-conflito-publicoprivado


Queremos o futebol de volta! A Copa da FIFA e o conflito público/privado

Copa do Mundo - Para quem e para quê?” era o tema de capa da revista IHU On-Line, no. 422, publicada uma semana antes da Copa das Confederações. Agora, uma semana antes da Copa de 2014, a revista retoma o tema.
O jornalista alemão Christian Russau defende um futebol sem o controle da FIFA, e relata a experiência da Alemanhacomo país sede da Copa de 2006.
Laura Burocco, pesquisadora em Políticas Urbanas e Desenvolvimento, trata da Copa de 2010, que mostrou ao mundo uma falsa integração nacional na África do Sul, ainda sob o impacto das consequências do apartheid.
Paulo Soares, professor do Programa de Pós-graduação em Geografia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS aborda o modelo de políticas de mobilidade urbana adotado no Brasil e a privatização do futebol.
Marcelo Kunrath, do Programa de Pós-graduação em Sociologia da UFRGS, ao tratar das manifestações contra a Copa destaca que estas podem estar ligadas a expectativa frustrada de uma melhoria das condições de trabalho.
Francisco Xavier Freire Rodrigues, sociólogo da Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT, destaca os legados intangíveis e intercâmbios culturais com os povos indígenas como grandes marcos simbólicos da Copa de 2014.
A advogada Magnólia Said analisa as intervenções realizadas pelos governos nas cidades nordestinas para o planejamento do Mundial e a carência de investimentos em políticas para enfrentar problemas sociais. A advogada denuncia o crime de exploração sexual de crianças e adolescentes, nas cidades nordestinas que serão sede da Copa do Mundo.
Por fim, Édison Gastaldo, do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRRJ, analisa o processo de “aburguesamento” do estádio de futebol – que reserva às classes populares o direito de acompanhar os jogos apenas pela TV.
Complementam esta edição mais três entrevistas e uma resenha.
O filósofo e economista Édil Guedes, professor da PUC/MG e da Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia - FAJE, Belo Horizonte, discute a economia como sistema da representação em Marx, tema do seu livro recentemente publicado pela Editora Unisinos.
A professora de economia da UFRGS, Gláucia Campregher, trata da internet como ferramenta para compreender a e formar a economia pós-capitalista.
O filólogo chileno, Alfonso de Toro, da Universidade de Leipzig, da Alemanha descreve as características da pós-modernidade, destacando o que ela conserva e supera na compreensão do humano.
O livro "Pesquisa participativa, emancipação e (des)colonialidade", de Telmo Adams e Danilo Streck, que pesquisaram o Centro de Formação Irmã Araújo – Cefuria – de Curitiba, é apresentado por Caroline Lisian Gasparoni e Luciane Rocha Ferreira.
A revista IHU On-Line estará disponível no sítio do Instituto Humanitas Unisinos – IHU na segunda-feira, a partir das 17h, nas extensões htmlpdf e em ‘versão para folhear’.
edição impressa circula na terça-feira no campus da Unisinos a partir das 8h.
A todas e a todos uma boa leitura e uma excelente semana! 

terça-feira, 29 de abril de 2014

Relatório e guia sobre tráfico de pessoas são lançados em São Paulo


repórter br
http://reporterbrasil.org.br/2014/04/relatorio-e-guia-sobre-trafico-de-pessoas-sao-lancados-em-sao-paulo/?utm_source=emailcampaign774&utm_medium=phpList&utm_content=HTMLemail&utm_campaign=Justi%C3%A7a+considera+Zara+respons%C3%A1vel+por+escravid%C3%A3o+


Relatório e guia sobre tráfico de pessoas são lançados em São Paulo

Baixe a versão digital do relatório “Tráfico de pessoas na imprensa brasileira” e do “Guia para jornalistas com referências e informações”
Por Daniel Santini | Categoria(s): Notícias
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Juliana Armed, Carlos Bezerra Jr., Fernanda dos Anjos, Leonardo Sakamoto, Larissa Beltrami e Gilberto Duarte na mesa de abertura do evento. Foto: Stefano Wrobleski
Repórter Brasil apresentou na manhã desta sexta-feira, dia 11, duas publicações sobre tráfico de pessoas,  desenvolvidas com apoio do Ministério da Justiça e do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC). Trata-se de um relatório sobre a cobertura da imprensa e um guia para jornalistas com referências e informações sobre o enfrentamento ao problema. O lançamento foi realizado nesta manhã durante evento realizado no Auditório da Secretaria de Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo, que fica no Pateo do Collegio, no Centro de São Paulo, durante evento que reuniu alguns dos principais especialistas do Brasil sobre o tema.
Publicações da Repórter Brasil sobre Tráfico de Pessoas
O relatório “Tráfico de pessoas na imprensa brasileira” (versão digital em PDF) teve como base a análise de 655 textospublicados entre 1º de janeiro de 2006, ano de lançamento da Política Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, e 1º de julho de 2013, ano do II Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas. O estudo indica que o tema ainda não recebe atenção suficiente por parte da mídia. Em 57% dos textos analisados, o tráfico de pessoas é apenas mencionado, não raro de forma equivocada, misturando conceitos e interpretações. Entre os 43% restantes, a maioria (54%) não trata de causas ou contextualiza a questão e boa parte (44%) é focada apenas no tráfico para fins de exploração sexual.  A cobertura se baseia na agenda governamental ou em ações policiais e em muitos casos limita-se a aspectos criminais, sem os aprofundamentos necessários para tratar de um fenômeno complexo, multifacetado e dinâmico, com diferentes modalidades, causas e consequências.
“Guia para jornalistas com referências e informações sobre enfrentamento ao tráfico de pessoas” (versão digital em PDF), baseado em entrevistas com mais de 20 especialistas, entre autoridades, acadêmicos e representantes da sociedade civil, reúne recomendações para a cobertura e acompanhamento, incluindo sugestões de fontes, datas importantes e o marco legal, com indicações da legislação e de tratados internacionais ratificados pelo Brasil. A publicação elucida que as definições previstas no Protocolo de Palermo são as mais amplas sobre o problema e destaca que o o Brasil é um país de origem, trânsito e destino de tráfico de pessoas, o que torna a cobertura complexa, delicada e relevante. Aos jornalistas preocupados em acompanhar a questão, o guia recomenda focar direitos humanos, contextualizar acompanhar políticas de prevenção, diversificar fontes, a ter atenção para identificar novas modalidades de tráfico.
 Por se tratar de um fenômeno clandestino e de difícil mensuração, a publicação sugere cuidado com números e estatísticas, e com os mitos e estereótipos que ainda são comuns e mais atrapalham do que ajudam no entendimento sobre o tema.
Por se tratar de um fenômeno clandestino e de difícil mensuração, a publicação sugere cuidado com números e estatísticas, e com os mitos e estereótipos que ainda são comuns e mais atrapalham do que ajudam no entendimento sobre o tema. Mais do que reforçar a ideia de que o tráfico hoje se limita a redes criminosas internacionais e atinge apenas mulheres, a publicação propõe uma abordagem integral, e destaca que não existe um perfil único de vítimas; em tese, qualquer pessoa pode ser traficada. Ao aprofundar a questão é preciso sensibilidade com vítimas, que não devem ser tratadas como coitadas, inocentes, ignorantes, mas como sujeitos de direitos que merecem respeito. Também vale cuidado redobrado em casos que envolvem crianças e adolescentes, e estar atento a termos inadequados (o guia traz diversos exemplos). Outras recomendações são ter a perspectiva de gênero e lembrar que diferenças sexuais são produtoras de desigualdades sociais; entender migração como um direito humano; e considerar que a prostituição não é crime no Brasil.  Há análises específicas sobre cada um desses pontos na reportagem.
Os trabalhos de pesquisa foram encabeçados pelas jornalistas Raiana Ribeiro e Fernanda Sucupira, com edição de Leonardo Sakamoto, Daniel Santini e Igor Ojeda. A diagramação é de Gustavo Monteiro. Participaram do evento de lançamento Carlos Bezerra Jr, deputado estadual, criador da Lei Paulista de Combate ao Trabalho Escravo; Fernanda dos Anjos, diretora de Justiça, Classificação, Títulos e Qualificação da Secretaria Nacional de Justiça do Ministério da Justiça; José Guerra, secretário executivo da Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo; Juliana Armede, da Comissão Estadual pela Erradicação do Trabalho Escravo de São Paulo (Coetrae-SP) e do Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico Humano do Estado de São Paulo; Larissa Beltramim, secretária-executiva da Secretaria Municipal de Direitos Humanos; Leonardo Sakamoto, coordenador da Repórter Brasil; Luiz Machado, coordenador do projeto de combate ao trabalho escravo da Organização Internacional do Trabalho- OIT; Maurício Hashizume, jornalista, membro da Repórter Brasil; Gilberto Duarte, oficial de campanhas da UNODC; Renato Bignami, membro do programa de erradicação do trabalho escravo da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em São Paulo;  e Roque Pattussi, coordenador do Centro de Apoio ao Migrante.
Clique nas imagens para baixar a versão digital em PDF das publicações apresentadas: 
pesquisatráficoguiatráfico
Acesse também:
Versão digital de outras publicações da Repórter Brasil
Reportagens e artigos sobre tráfico de pessoas

PDF - tráfico de pessoas
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Tráfico de pessoas

15/04/2014 - 12:01

Repórter Brasil realiza oficina sobre tráfico de pessoas para jornalistas

Repórter Brasil reúne jornalistas de 25 Estados para discutir cobertura sobre tráfico de pessoas no Brasil
11/04/2014 - 12:08

Relatório e guia sobre tráfico de pessoas são lançados em São Paulo

Baixe a versão digital do relatório “Tráfico de pessoas na imprensa brasileira” e do “Guia para jornalistas com referências e informações”
04/04/2014 - 13:19

Repórter Brasil lança publicações sobre tráfico de pessoas

Lançamento da pesquisa “Tráfico de pessoas na imprensa brasileira” e do “Guia para jornalistas com referências e informações sobre enfrentamento ao tráfico de pessoas” contará com a presença de 11 especialistas
11/03/2014 - 18:16

Tráfico de pessoas é tema de evento no MPF

Durante os debates, que acontecem na próxima quinta-feira, 13, será lançado livro que reúne 23 artigos de especialistas sobre o assunto. Inscrições ainda estão abertas
10/03/2014 - 12:39

Migração e trabalho são temas de seminário internacional

Ministério Público do Trabalho realiza nos dias 26 e 27 de março o seminário internacional Migrações e Trabalho, com especialistas em direitos trabalhistas, trabalho escravo e tráfico de pessoas
05/03/2014 - 17:46

Campanha da Fraternidade: A nossa responsabilidade pelo tráfico de pessoas

A invisibilidade das práticas do tráfico e a cegueira de muitos são algumas das dificuldades para avançar no combate a esse crime
27/02/2014 - 15:05

‘Se não conhecíamos nada da cidade e da língua, fugiríamos para onde?’, diz imigrante vítima de tráfico de pessoas

Repórter Brasil localiza na Bolívia um dos trabalhadores que dono de confecção tentou “vender” no Brás, em São Paulo. “Minha vida aqui é melhor que no Brasil”, afirmou
17/02/2014 - 20:28

Fiscalização localiza dono de confecção que tentou vender imigrantes como escravos

Oficina em que bolivianos trabalharam produzia para a Atmosfera, empresa que atende indústrias, hospitais e hotéis, e é considerada uma das principais do setor no país
31/01/2014 - 17:19

Tráfico de pessoas é tema de coletânea

Publicação é coletânea de 23 artigos de especialistas e tem como objetivo contribuir para o respeito aos direitos humanos
21/01/2014 - 18:14

Especialistas apontam que paraguaios barrados têm direito de ficar no Brasil

Ônibus que levavam pelo menos 180 paraguaios foram parados pela Polícia Rodoviária Federal e encaminhados de volta à fronteira
18/10/2013 - 18:38

Com método de Paulo Freire, seminário capacita formadores contra tráfico de pessoas

Entre os dias 16 e 18 de outubro, os coordenadores de 18 núcleos e postos avançados da Rede de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas participaram em Brasília de atividades lúdicas, que servirão de modelo para formar grupos que atuem na prevenção desse crime em seus Estados.
18/10/2013 - 17:09

Relatório sobre tráfico de pessoas em fronteiras é apresentado em Brasília

Estudo tem como objetivo reunir dados sobre o problema e ajudar na construção de conhecimento “para apoiar as políticas e ações de prevenção, assistência às pessoas traficadas e a repressão a este crime”
10/10/2013 - 16:29

Imigrantes devem ter direitos garantidos, orienta manual do governo federal

Documento da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República enfatiza que os órgãos envolvidos devem tratar igualmente vítimas brasileiras e estrangeiras
03/10/2013 - 18:21

Livro sobre tráfico de pessoas organizado por pesquisadora da USP é lançado em São Paulo

O livro “Tráfico de pessoas – Quanto vale o ser humano na balança comercial do lucro?” de Maria Quinteiro e Priscila Siqueira será apresentado nesta sexta-feira, 4, na livraria Martins Fontes, em São Paulo (SP).
30/09/2013 - 14:59

Tráfico de pessoas é debatido por Ministérios Públicos do Mercosul

Em reunião, representantes de diferentes Ministérios Públicos, de organizações internacionais e de grupos da sociedade civil dos países do Mercosul estão discutindo temas do tráfico de pessoas para fins de trabalho escravo e direitos humanos entre 3 e 4 de outubro 2013.
19/09/2013 - 18:16

Governo do Pará capacita servidores para atendimento a vítimas do tráfico de pessoas

Com o objetivo de humanizar o atendimento a vítimas do tráfico de pessoas no Pará, a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), por meio da Coordenação de Proteção dos Direitos dos Trabalhadores Rurais, Combate ao Trabalho Escravo e Tráfico de Pessoas (CTETP), promoveu, na quarta (18) e na quinta-feira (19), uma oficina […]
23/08/2013 - 16:03

Presa no Rio Grande do Sul aliciadora de jovens para exploração sexual no Pará

Operação conjunta das Polícias Civil dos Estados do Pará, Santa Catarina e Rio Grande do Sul resultou, nesta quinta-feira, 22, no cumprimento do mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça paraense contra Claci Fátima Morais da Silva, indiciada em inquérito policial sob acusação de recrutar meninas da região Sul do Brasil para exploração sexual nas […]
16/07/2013 - 18:01

Em ação contra o tráfico de pessoas, organizações oferecem ‘presentes’ a transeuntes

Instalações simulam o processo de aliciamento de seres humanos em mais de cinco localidades ao longo do Rio de Janeiro (RJ) e do município de Duque de Caxias (RJ) desde a última segunda-feira (dia 15)
22/05/2013 - 16:23

Caderno reúne ações de combate e prevenção ao tráfico de pessoas e trabalho escravo

Publicação ‘Experiências Comunitárias de Combate à Escravidão’ divulga 15 iniciativas em defesa dos direitos fundamentais apoiadas pelo programa ‘Escravo, nem pensar!’ da Repórter Brasil
17/05/2013 - 15:41

PF faz operação contra tráfico internacional de pessoas no Distrito Federal

Brasília – A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (15) operação para desarticular uma quadrilha que trazia para o Brasil, ilegalmente, imigrantes que eram submetidos a trabalho em condições análogas à escravidão. Foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal. Ninguém foi preso, mas a PF informou ter identificado os integrantes do esquema, […]